
Talvez seja paranóia minha, ou medo mesmo de tudo acabar assim, sem cor, sem graça.
Da palavra nós não se encaixar na mesma frase, de eu e você passar a ser só eu, e nada mais.
Das nossas histórias se tornarem lembranças, das nossas loucuras virarem saudade.
E o pior ainda, o medo de nenhum de nós olharmos pra trás após um esbarrão por acaso,
como esses que sempre acontece com a gente volta e meia…
Mariana Vieira.